10.09.2019

Como tudo começou!



Escrito por: Sérgio Kariya - CEO at Mills Estruturas e Serviços de Engenharia S.A



Essa indústria iniciou por volta de 1997 quando as primeiras máquinas de acesso motorizado haviam sido trazidas pela própria Mills para o Brasil. A companhia sempre gostou muito do tema inovação e, por isso, acreditando no produto e na vanguarda do conceito de segurança e produtividade, apostou no início desse mercado por aqui.

As primeiras maquinas importadas chegavam até 24 metros de altura e tinham motor à diesel.

Nessa história eu entro em cena por volta de 1999, numa época em que no Brasil usava todo e qualquer tipo de equipamento (ou não) para elevar pessoas para realizar trabalhos em altura. Muitos no mercado sequer sabiam o que era uma plataforma aérea, o que ela fazia e como traria valor para suas empresas.

Enfrentamos dificuldades de lançar o produto em diversas regiões, fazíamos diariamente diversas demonstrações para que os potenciais clientes atestassem o valor do equipamento. E assim, aos poucos, o mercado começou a crescer. Saímos de zero equipamentos até aproximadamente 3 mil equipamentos no Brasil em 2007.

Ainda em 2007, o mercado foi impulsionado pela NR-18 (Anexo IV) que trouxe regulamentação para o trabalho em altura, o que fez com que o mercado começasse a gerar tração e um crescimento do setor quase exponencial.

A Mills então, que havia deixado de investir neste negócio por uma decisão estratégica da Companhia, decidiu voltar ao mercado para um reinício (re-start up), dando início a um ciclo de expansão, crescimento, penetração e cobertura geográfica.

Aliando a necessidade do país em buscar produtividade, mais segurança, ciclos econômicos mais fortes e um boom de investimentos em infraestrutura, o setor saiu de 3 mil equipamentos para aproximadamente 32 mil equipamentos em 7 anos.

Porém, como todos os brasileiros sabem, estamos vivendo o mais longo processo de recuperação econômica de sua história. A recessão iniciada em meados de 2014 custou mais de 9 p.p. do PIB per capita até o momento, e ainda poderá levar três anos para recuperá-los. O setor de construção subiu 2% no segundo trimestre de 2019 ante igual período do ano passado, após 20 trimestres consecutivos de queda nessa base de comparação, segundo dados divulgados pelo IBGE.

Pelos motivos óbvios, o mercado de plataformas aéreas retraiu, visto que também estávamos muito alavancados pelo setor de Construção Civil.

Neste cenário, precisamos agir de forma rápida na busca por novos setores, como o industrial, por exemplo. Porém, mudar paradigmas sempre é muito difícil, e foi necessário voltar a “demonstrar” o valor agregado do equipamento na indústria, da mesma forma que havíamos feito anos atrás.

Esse processo não acabou, mas, fez com que saíssemos de quase 90% de receitas oriundas da Construção Civil, para 80% das receitas vindo agora do mercado “não construção” (comércio, indústria, eventos etc.) no final de 2018.

E, como em tudo em nossas vidas, momentos difíceis geram amadurecimento e melhorias, e foi o que aconteceu: investimos em novos mercados, usamos o momento para buscar oportunidades de melhoria, aumento de produtividade, eficiência e também olhar nossos concorrentes como oportunidades. Foi assim que iniciamos as conversas para o M&A com a Solaris. Mas, essa etapa deixo para outro artigo.

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